De Marcelo Bernardino da Silva
O GRITO
Chove muito lá fora,são apenas Uma Hora da Manhã,da pra ver o chuva forte na Luz .O vento sopra sobre as árvores e se ouve um Zumbido sobre o vão da porta.a Rua tomada de água escoa a Ladeira abaixo, levando aos monte,as folhas que se desprendiam ,um pedaço de galho arrastando o lixo que ficará preso na Guia.
Os vultos das árvores dançavam sobre o som nervoso do vento,um assobio ecoava fúnebre na madrugado ,engolida na escuridão.
Na casa ao lado as Madeiras debatiam-se e num cantar sonoro juntava sobre, o lamento do cachorro ao latir.A mente do homem ficava Numa Imaginação Temorosa,o coração Batia num tom acelerado ,o frio na fase ainda ao sono ,mau dormia.O barulho Vinha na Telha de amianto,velhas devido ao tempo de sua jornada,um Trinco ,não Dois trincos e vários furos ,faziam com que a água entrasse,caindo sobre alguns baldes,espalhados no chão da Casa.
Não tinha tempo de Fitar a Chuva que no decorrer ,se transformou numa Tempestade violenta.E Correndo Para dentro do quarto aonde estavam as Crianças,pós a acordo-las.Notou que o Chinelo quebrará e tinha que sair aos tropeços para a proteção.
Num súbito um estrondo veio de trás da casa ,onde repousava um grande abacateiro,ainda carregado.Estava pronto para correr.Se encaminhou para fora e envolvido com um grande plástico foi em direção do barulho,notou que a Entrada na Varanda estava ao barros e aos Monte do Barranco o qual Veio abaixo.
As Crianças Gritava,pedia cuidado e aos choros não tinha o que fazer a não ser,torcer para segurança do Pai.
Com o Gritos e o Latidos dos Cachorros,os Vizinhos Saíram para Rua debaixo da Tempestade.E aos Raios e trovões eram presas fácies,para tormenta.
O anuncio já estava estampado no rostos das Pessoas e não Podia fazer nada.Pois uma Metade fora levada abaixo e num grito foi ouvido e a Coragem interrompida.
Somente pode -se ver na escuridão e na barreira,uma mão sobreposta ,para fora,os dedos ainda se mexiam, havendo vida.Se por Ventura houvesse esperança ,naquela hora,era a hora de acredita nela.Com as Mãos Nos rosto as Família caiam em desesperos,a dor da perda corroía a alma e o sentimento batia no Peito.
Luzes apareceram,homens desciam o monte com cordas e lanternas, e no princípio,tomados de Coragem,avistaram um mãos para fora do deslisamento.Cavavam com as Mãos nus, e retiraram ainda com um pequeno sopro que vinham da respiração.Ainda á Esperança e os salvadores estavam contente,o Dia Ganhará mais uma vida.E seus Filhos Poderão sorrir novamente.
De Marcelo Bernardino da Silva
29/04/2015 16:46
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