De Marcelo Bernardino da Silva
OITOS
A Cada Primavera,apenas mais um grito.A porta se abre e o choro vem galopando sobre as Ondas de ar.E o Ar renova os Brônquios,transpassando o Copo pálido que esta na Mesa.E na Oitava Cor do Brilho do Olhar ,acalma o corpo carregado de Vida.
E nas outras Horas, Serviam se os cafés,Ainda com a névoa do sopro sobre o Bule e da Tarde serena ,a calmaria estalava -se os dedos sobre o Bonde de gente ,trotando na descida da esquina.E mais Oitos rodavam sobre o galope ligeiro e apenas um só roncador.
O do meio Vinha a soluçar, cutucava o outros com uma vara de bambu fino, com Oitos gomos.Esta ,Cantava sobre a madeira,após o açoite dado.Tão firme e viril na puxada que os estalados ,gritavam a distancia.E só assim se via a expressão atenta do mais novo.E com uma oitava Nota de Som.O do meio ainda Rosado saiu Cantarolando a Chegada do ultimo.
Pulava de Cercado a cercado,Na fileira de Oitos .Que por um Minutos acreditava que aquela era infinita,de tão espaçosa que era.E foi mais adiante,com apenas uma Nota.
Vinha Sorrindo com umas das Malas Cheias .Haviam oitos Vidros e cada Vidros continha Oitos rolhas.Cada Vinho tinha uma Marca Diferente.E cada Marca um Sabor.
Havia deferentes tamanhos,do simples ao protegido.
E num gole tinha expressado minhas verdade,até as mais secretas.
Não parava de Rir ,havia alegria,havia felicidade.Apenas um Meio Copo,tinha outro alguém,ou era outro.
Outra Oura batia como meus pulsos sobre a parede,a vontade era intensa.
E ninguém mais Falavam ,não havia respiração,não havia nada .Tudo estava quieto ,tudo Calmaria.Apenas Eu minha Mente.
Agora há várias pessoas ,Nãos milhares.gritos,Sufoco,Descontrole.Empur-
ra-empurra.Soco,batidas na cabeças.Pedras,pau.Correria
Agora Perfilados,Imóvel ,Parado.Estamos todos Paralisados.
Um Ultimo Brinde,O sabor quem sabe para se avaliar.Prendo-me mais uma noite , nas Oitos.
De Marcelo Bernardino da Silva
16/05/2015 18:12
OITOS
A Cada Primavera,apenas mais um grito.A porta se abre e o choro vem galopando sobre as Ondas de ar.E o Ar renova os Brônquios,transpassando o Copo pálido que esta na Mesa.E na Oitava Cor do Brilho do Olhar ,acalma o corpo carregado de Vida.
E nas outras Horas, Serviam se os cafés,Ainda com a névoa do sopro sobre o Bule e da Tarde serena ,a calmaria estalava -se os dedos sobre o Bonde de gente ,trotando na descida da esquina.E mais Oitos rodavam sobre o galope ligeiro e apenas um só roncador.
O do meio Vinha a soluçar, cutucava o outros com uma vara de bambu fino, com Oitos gomos.Esta ,Cantava sobre a madeira,após o açoite dado.Tão firme e viril na puxada que os estalados ,gritavam a distancia.E só assim se via a expressão atenta do mais novo.E com uma oitava Nota de Som.O do meio ainda Rosado saiu Cantarolando a Chegada do ultimo.
Pulava de Cercado a cercado,Na fileira de Oitos .Que por um Minutos acreditava que aquela era infinita,de tão espaçosa que era.E foi mais adiante,com apenas uma Nota.
Vinha Sorrindo com umas das Malas Cheias .Haviam oitos Vidros e cada Vidros continha Oitos rolhas.Cada Vinho tinha uma Marca Diferente.E cada Marca um Sabor.
Havia deferentes tamanhos,do simples ao protegido.
E num gole tinha expressado minhas verdade,até as mais secretas.
Não parava de Rir ,havia alegria,havia felicidade.Apenas um Meio Copo,tinha outro alguém,ou era outro.
Outra Oura batia como meus pulsos sobre a parede,a vontade era intensa.
E ninguém mais Falavam ,não havia respiração,não havia nada .Tudo estava quieto ,tudo Calmaria.Apenas Eu minha Mente.
Agora há várias pessoas ,Nãos milhares.gritos,Sufoco,Descontrole.Empur-
ra-empurra.Soco,batidas na cabeças.Pedras,pau.Correria
Agora Perfilados,Imóvel ,Parado.Estamos todos Paralisados.
Um Ultimo Brinde,O sabor quem sabe para se avaliar.Prendo-me mais uma noite , nas Oitos.
De Marcelo Bernardino da Silva
16/05/2015 18:12
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