De Marcelo Bernardino da Silva
GUERRA DE CAMPO
Sobre o olhar feroz e segurando sua ferramenta mortal ,estava na Arena ,o Capacete de prata,reluzia com com os Raios do Sol.E ofuscando os olhos do inimigo.Mordia os dentes,até os rangidos e ecoar sobre o vento.
O Coliseu aplaudia Os Golpes e gritavam sobre o sangue derramado.Pura Carnificina o que não ligava ,apenas a sobrevivência de estar de pé.
E anos Vinham pessoas referenciar o modo selvagem e a beleza da ignorância presenciada.Malditos abutres que não ligavam pelos braços,mãos e cabeças decepadas .E numa só postura o desfecho ,uma ultima olhada ao Sol.
Uma Guerra no bastidores da era Romana.Vencia o Melhor,e Sem ter Piedade garantia mas um Dia de vida.
Mas o tempo guarda as mudanças!
Hoje o elmo,São as Chuteiras que Protegem Os pés,as armaduras são uniformes referenciado com os logotipos de cada na nação.E não há Sangue ,apenas Suor derramado.A espada carniceira é a bola Circulatória,rodada no Campo.O Coliseu teve seu apogeu e os Estádio dão lugar as reverência pelos habilidosos jogadores.Não à morte,apenas no Nome sobre a "Morte súbita"Da partida.
O gramado verde é igual ,quatro linhas dividiam o espaço e nos meios 11 corriam pela vitória.Os Gritos expandiam sobre quilômetros pelo ponto marcado.
As apostas eram feitas ,os times traziam seus guerreiro ,não importavam de onde e lugar do mundo .Apenas o Talento a ser aproveitado e prestigiado do gladiador.
As Guerras sangrentas paravam e no País onde o Sol era vermelho ,fitavam aos milhares ,a Bela jogada do Moleque Travesso.E se Tratando de Bons Tributos,Todos entendiam a importância da Relatividade da Jogado.E a única coisa que importava era uma só decisão ,da Conquista da Alegria.
De Marcelo Bernardino da Silva
03/05/2015 12|:40
GUERRA DE CAMPO
Sobre o olhar feroz e segurando sua ferramenta mortal ,estava na Arena ,o Capacete de prata,reluzia com com os Raios do Sol.E ofuscando os olhos do inimigo.Mordia os dentes,até os rangidos e ecoar sobre o vento.
O Coliseu aplaudia Os Golpes e gritavam sobre o sangue derramado.Pura Carnificina o que não ligava ,apenas a sobrevivência de estar de pé.
E anos Vinham pessoas referenciar o modo selvagem e a beleza da ignorância presenciada.Malditos abutres que não ligavam pelos braços,mãos e cabeças decepadas .E numa só postura o desfecho ,uma ultima olhada ao Sol.
Uma Guerra no bastidores da era Romana.Vencia o Melhor,e Sem ter Piedade garantia mas um Dia de vida.
Mas o tempo guarda as mudanças!
Hoje o elmo,São as Chuteiras que Protegem Os pés,as armaduras são uniformes referenciado com os logotipos de cada na nação.E não há Sangue ,apenas Suor derramado.A espada carniceira é a bola Circulatória,rodada no Campo.O Coliseu teve seu apogeu e os Estádio dão lugar as reverência pelos habilidosos jogadores.Não à morte,apenas no Nome sobre a "Morte súbita"Da partida.
O gramado verde é igual ,quatro linhas dividiam o espaço e nos meios 11 corriam pela vitória.Os Gritos expandiam sobre quilômetros pelo ponto marcado.
As apostas eram feitas ,os times traziam seus guerreiro ,não importavam de onde e lugar do mundo .Apenas o Talento a ser aproveitado e prestigiado do gladiador.
As Guerras sangrentas paravam e no País onde o Sol era vermelho ,fitavam aos milhares ,a Bela jogada do Moleque Travesso.E se Tratando de Bons Tributos,Todos entendiam a importância da Relatividade da Jogado.E a única coisa que importava era uma só decisão ,da Conquista da Alegria.
De Marcelo Bernardino da Silva
03/05/2015 12|:40
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