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domingo, 3 de maio de 2015

De Marcelo Bernardino da Silva

                                                           GUERRA DE CAMPO

                                 Sobre o olhar feroz  e segurando sua ferramenta mortal ,estava na Arena ,o  Capacete de prata,reluzia com com os Raios do Sol.E ofuscando os olhos do inimigo.Mordia os dentes,até os rangidos e ecoar sobre o vento.
                                  O Coliseu aplaudia Os Golpes  e gritavam sobre o sangue derramado.Pura Carnificina o que não ligava ,apenas  a sobrevivência de estar de pé.
                                   E anos Vinham pessoas referenciar o modo selvagem e a beleza da ignorância presenciada.Malditos abutres que não ligavam pelos braços,mãos  e cabeças decepadas .E numa só postura o desfecho ,uma ultima olhada ao Sol. 
                                   Uma Guerra no bastidores da era Romana.Vencia o Melhor,e Sem ter Piedade garantia mas um Dia  de vida.
                                    Mas o tempo guarda as mudanças! 
                                    Hoje o elmo,São as Chuteiras que  Protegem Os pés,as armaduras são uniformes referenciado com os logotipos de cada na nação.E não há Sangue ,apenas Suor derramado.A espada carniceira é a bola Circulatória,rodada no Campo.O Coliseu teve seu apogeu e os Estádio dão lugar as reverência pelos habilidosos jogadores.Não à morte,apenas no Nome  sobre a "Morte súbita"Da partida.
                                    O gramado verde é igual  ,quatro linhas dividiam o espaço e nos meios 11 corriam pela vitória.Os Gritos expandiam sobre quilômetros pelo ponto marcado.
                                    As apostas eram feitas ,os times traziam seus guerreiro ,não importavam de onde  e lugar do mundo .Apenas o Talento a ser aproveitado  e prestigiado do gladiador.
                                    As Guerras sangrentas paravam  e no País onde o Sol era vermelho ,fitavam aos milhares  ,a Bela jogada do Moleque Travesso.E  se Tratando de Bons Tributos,Todos entendiam a importância da Relatividade da Jogado.E a única coisa que importava era uma só decisão ,da Conquista da Alegria. 

De Marcelo Bernardino da Silva
03/05/2015  12|:40

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